Comportamento
Comportamento
- article6 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMBolsa de Mulher - Como conciliar trabalho e maternidade?
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMSua cabeça está que é um salão de baile funk, um potente bate-estaca lembrando que algo de errado aconteceu no dia anterior. A insuportável náusea avisa que você não deve ficar longe do banheiro. Isso sem falar da tremenda irritação, da arrasadora azia, da dor no fígado e da angústia de não se lembrar direito se foi você mesma que fez pipi na samambaia que pertenceu à sua avó, falou verdades pro maridinho e tentou aquele sonhado (tentou?) strip-tease no meio da mesa de jantar. Onde você deixou sua memória?
- article1 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMA rotina da economista Elena Landau é uma loucura! Filho, escritório de consultoria, marido em São Paulo, ponte aérea, ginástica na academia, concertos e vernissages ocupam a maratona dessa economista. Com visual básico, Elena não se considera uma mulher vaidosa que fica retocando a maquiagem diversas vezes ao longo do dia. A forma física irrepreensível deve-se ao passado de tenista e a visita diária a uma academia de ginástica.
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMEla é vascaína, ele é flamenguista. Ela gosta de salada, ele adora fritura. Ela é organizada até o último fio de cabelo, ele deixa tudo fora do lugar. Conviver com pequenas divergências não é nada fácil, mas difícil mesmo é levar adiante uma relação onde as diferenças - sejam elas sociais, financeiras, raciais ou culturais – tornam-se um fardo quase insustentável. Ela é formada, ele não. Ela ganha bem, ele mal consegue pagar as próprias contas. Ela é negra, ele é branco. Ela é gerente de uma grande empresa e ele é o motorista. É aí que o buraco é mais embaixo, afinal o amor em uma cabana é muito bonito na teoria, mas na prática...
- article1 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMÉ freqüente nos casais que nos procuram para terapia a queixa de conflitos no relacionamento, relativos a diferenças culturais ou sócio-econômicas. Sem querer minimizar sua importância, poderemos, com o auxílio da psicanálise, enriquecer ou aprofundar as causas desses conflitos.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMEu não nasci cafajeste. Parece difícil de acreditar, mas é verdade. Fui me tornando um crápula machista ao longo de minha parca existência. Não quero aqui culpar quem quer que seja por minhas fraquezas mas cabem algumas histórias. Quando jovem, pré-adolescente e na "aborrescência" propriamente dita, eu me apaixonava perdidamente pelas meninas. Mas eu era o patinho feio da turma, nenhuma ficava comigo, só com os garotos fortes e bronzeados.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMQual o segredo de um casal que após muitos anos de casamento mantém viva a chama do carinho e do amor? Esta situação torna-se hoje bastante intrigante, já que a regra vigente parece ser a das relações efêmeras e superficiais. A exigência do prazer imediato e a qualquer custo impõe a intolerância e a dificuldade de suportar os momentos de tensão por quais um relacionamento pode passar.
- article4 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMQueria começar a coluna com alguma coisa que ribombasse, demonstrasse imenso contentamento. E encontrei essa, digamos, frase, um bordão do bloco carnavalesco "Mukiranas do Brás", lançado em 97 (e que vem a ser uma das maiores frases do mundo sem consoantes). Acho que achei: a frase ribomba, mesmo! Claro que exagerei, forcei um pouco para chamar atenção. E consegui, né? Mas "...qualquer coisa é a mesma coisa, o que importa é o que interessa!" (mais uma dos Mukiranas).
- article4 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMEles quase morrem durante um resfriado, ameaçam suicídio quando levam um pé da namorada e se o parto fosse uma tarefa masculina, a espécie humana já estaria em extinção faz tempo! O mais engraçado de toda essa história é que os homens ainda tem a cara de pau de afirmar por aí que nós, mulheres, somos o sexo frágil. Só que na hora do ‘vamos ver’ a história é bem diferente. Desde pequena, a mulher é colocada à prova de sua resistência quando a mãe, ao tentar desembaraçar os cabelos da menina, impõe: "Pra ficar bonita tem que sofrer!". Até que a tortura diária passa a ser tirada de letra quando, alguns anos depois, depilação, dieta e muitos outros sacrifícios tornam-se rotina. Mas será que os homens suportariam tantas provações? Provavelmente não. Quem acompanhou o tão falado programa ‘No Limite’ pôde reparar que só a mulherada conseguiu chegar até a fase final e isso, com certeza, não é uma mera coincidência.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 07:11 PMDizia Rupert Hughes, citado no livro "O amor de mau humor" de Rui Castro, que a intuição feminina é resultado de milhões de anos sem pensar. No mesmo livro, Helen Rowland afirma que intuição é aquele estranho instinto que permite a uma mulher saber que está certa, esteja ou não. Alguns, ou melhor, algumas defendem que é a maior sensibilidade feminina em relação aos homens que permite que elas captem, percebam as coisas, os sinais que são tênues, mas já se apresentam e externem essa percepção. Chamam também de sexto sentido. Devo confessar, mais uma vez, minha ignorância quase que absoluta! Nunca tive contato com mulher alguma que a intuição sobrepujasse a razão. Ao contrário, sempre eu era mais afeito a prever atitudes e reações das pessoas, apenas fruto da observação da previsibilidade humana, sem distinção de sexo. Característica minha que costuma irritar a todos, novamente indistintamente de gênero. E, novamente ao contrário do clichê da intuição feminina, acredito que elas sejam muito mais racionais e planejadoras de suas ações do que os homens, que ficam muito mais fragilizados e vulneráveis quando tomados pelos sentimentos. Somos menos inteligentes emocionalmente.