Comportamento
Comportamento
- article8 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMBolsa de Mulher - Qual é a sua função aqui na NOOS?
- article4 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMBolsa de Mulher - Você está superbem na gravidez. Como você se cuida?
- article3 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMEm dezembro, a coluna História Feminina completa um ano de vida, onde a mulher brasileira foi a personagem principal e, através de muitas histórias, revelamos como ela conquistou a cidadania, o direito à palavra escrita, a uma beleza própria e livre, ascendendo de maneira surpreendente ao universo das artes. Isso sem falar da maior vitória de todos tempos: estar definitivamente participando do mundo do trabalho, onde preconceitos e tabus sexuais ainda estão sendo superados. Esse mês, a homenagem é para o nosso time do Bolsa de Mulher que, desde que está no "ar", vem provocando e instigando o público feminino. Uma homenagem que se realiza de maneira histórica, como é a tarefa desta coluna, trazendo à luz a memória de mulheres muito inteligentes, ou melhor, espertas e livres: as jornalistas. Desde que surgiu no Brasil, o jornalismo feminino tem sido um canal fundamental de educação e ampliação de nossos sentidos. Viva essas mulheres que nos colocaram nas manchetes de um novo tempo!
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMPara alguns, ele é até cabalístico, mas a maioria dos casais que vive uma relação relativamente estável entra em pânico só de ouvir falar no número sete. Não que ele remeta aos velhos tempos de início de namoro, quando a paixão – somada a muita disposição, é claro – permitia que as transas em uma só noite alcançassem o tal número recorde. Muito pelo contrário. O sete em questão é sujeito de uma crise muito famosa, que, apesar de aparentemente sem explicação, é a culpada pelo fim de muitos casamentos. O frio na barriga passa, o príncipe encantado se transforma num simples mortal e o resultado disso é uma sensação de desgaste generalizado, que acaba por colocar o relacionamento na balança.
- article3 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMMinha mãe, que não me leia, é autora de uma frase sensacional. Ela foi casada dezenove anos com meu pai e tiveram cinco filhos. Depois de separada, ela não se casou mais, nem ele. Outro dia, perguntei como fazia para superar a carência afetiva e ela respondeu que não era uma superação e sim uma "acostumação". Depois, entrou numa conversa reclamando da minha visão da maioria das mulheres, preocupada com o fato de a visão masculina vir da imagem que temos da própria mãe. Expliquei-lhe que eu tinha desenvolvido um senso crítico desde muito novo e que existem, perdão do pleonasmo redundante, muitas mulheres malucas por aí. Ela me falou que eu devia gostar de relacionamentos com mulheres complicadas, pois vivia arrumando sarna para me coçar. Disse ainda que não gostava desse tipo de relacionamento, que preferia ficar sozinha. Eu retruquei que era por isso que ela não tinha tido muitos relacionamentos mas eu, pelo menos, me arriscava. Ela parou, pensou e disse: "Bem que eu queria um homem. Alguém para pagar minhas contas". Pronto! Estragou tudo! Mandei na lata que era daí que vinha minha visão sobre as mulheres.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMBolsa de Mulher - Você foi escalada para a novela "O Clone" e ficou grávida?
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMEle diz que quer, mas não quer. No dia seguinte, manda flores e quando você liga para agradecer, ele é o sujeito mais frio da face da Terra. Antes de dormir, o telefone toca. É ele, "só para dar boa noite". Então, finalmente, quando você acha que a coisa vai engrenar, ele desaparece e dá um bolo naquele jantar que ele mesmo insistiu em combinar. Pode existir situação mais angustiante do que se apaixonar por alguém que vive em cima do muro? Conviver com a insegurança dessas criaturas mal resolvidas – e com as dificuldades de um relacionamento indefinido – pode transformar a vida de qualquer um num jogo de medos e incertezas.
- article4 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMA revolução de 30 sacudia o país. A velha sociedade oligárquica, cujo poder vinha da política do café com leite, seria sacudida por movimentos políticos e culturais que mudariam definitivamente o olhar sobre o Brasil, sua natureza e simbologia. Com apenas 18 anos, extremamente bonita e inteligente, a jornalista Patrícia Galvão, mais conhecida como Pagu, foi um dos pivôs desta reviravolta, ao defender com unhas e dentes a antropofagia de Oswald de Andrade, a libertação sexual da mulher e a busca por sua autosuficiência amorosa.
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMMuito se fala sobre o que os homens gostam na cama. Entre comprovações estatísticas, experiências empíricas – ou nem tanto – e meros clichês, todas nós comentamos as preferências masculinas na base da troca de figurinhas e, com isso, acabamos traçando os nossos desempenhos com a mesma individualidade que dispensamos a uma receita de bolo. Como os rapazes – apesar de não tão doces – ainda são mais apetitosos do que qualquer guloseima, decidimos apurar os ingredientes na fonte, para saber com os próprios o que é lenda e o que é verdade nessa esfuziante gastronomia e comprovar que, para toda regra, há sempre uma exceção.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PM"No amor e na guerra vale tudo". Essa velha frase já não é mais politicamente correta nos dias de hoje. Interessar-se por uma colega de trabalho virou crime, ou quase, depende da gracinha dita. Essa história de politicamente correto é uma bobagem. Outro dia, um amigo me disse que me apaixono muito rápido. Eu lhe perguntei quem era que se apaixonava devagar. Quando o fogo arde, perdemos a cabeça, e quando a mulher que queremos está na nossa frente, não enxergamos mais coisa alguma além dela.