Família
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- article3 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMA placenta prévia é uma causa importante de hemorragia (sangramento) no último trimestre de gestação. Ela é definida pela presença do tecido placentário (que nutre o feto), recobrindo o orifício interno do colo uterino, ou muito próximo do mesmo, após 28 semanas de gestação, período no qual a placenta se fixa definitivamente no corpo uterino.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMBirra, falta de educação ou um mau humor sem fim são fantasmas que assombram as mães. Afinal, a maioria quer que os filhos sejam gentis e amáveis. Entretanto, o comportamento negativo da criança pode esconder um problema bem mais grave: a depressão infantil. Isso mesmo: depressão não é um transtorno de humor exclusivo dos adultos. Crianças também sofrem com ela e, muitas vezes, os pais nem se dão conta. É bem mais comum do que se imagina: estimativas dão conta de que a doença atinge uma a cada 20 crianças com menos de dez anos de idade.
- article3 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMO aumento do número de gestações múltiplas nas últimas décadas está diretamente ligado ao uso difundido de medicações para indução de ovulação e a prática de reprodução assistida. A incidência de gestações gemelares apresenta variação de acordo com o local geográfico, sendo maior em alguns países africanos.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMIndependente da causa da imunização (gestação, abortamento, gravidez ectópica, etc), na gravidez seguinte os anticorpos maternos atravessam a placenta, geralmente por volta da 12ª semana de gestação, causando grande destruição das hemácias fetais (se este for Rh+). Como consequência ocorre anemia fetal, aumento da bilirrubina no sangue (um produto da destruição da hemácia que pode levar a problemas neurológicos), além de outras alterações, assim como pode levar ao óbito fetal. Importante destacar que na primeira gestação, ou contato com Rh+, é muito raro que a sensibilização seja grande o suficiente para afetar a criança, sendo muito mais grave numa segunda gestação.
- article1 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMOs abortamentos são situações que possuem uma grande importância na obstetrícia. São ocorrências frequentes e por isso são mais temidos e conhecidos pela população. Contudo, uma patologia que pode ocorrer e, de certa forma, é comum, chama-se gestação prolongada, ou seja, quando uma gestante não entra em trabalho de parto espontaneamente num período entre 37 semanas até a 42ª semana completa de gestação.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMA rotura uterina constitui uma das complicações obstétricas mais temidas da gravidez, podendo acarretar risco de vida tanto para o feto, quanto para a gestante. Na literatura há registros, que a incidência pode chegar a uma rotura uterina a cada 2000 partos. Importante salientar que esta complicação não ocorre apenas durante o período do parto, podem acontecer roturas uterinas durante a gestação. Desta maneira, o principal fator de risco seria um grande número de partos anteriores, conhecido no meio médico como multiparidade.
- article3 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMPrimeiramente, o termo "sintomas" não é muito bem visto por alguns autores quando se refere à gestação, uma vez que estar grávida não significa que a paciente esteja doente. Contudo, é evidente que a gestação leva a diversas modificações no organismo materno e algumas dessas mudanças podem causar alguns desses "sintomas" sentidos pelas gestantes.
- article3 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMOs pólipos endometriais representam uma doença muito freqüente na população feminina e causam sintomas inespecíficos. Na realidade, a grande maioria dos pólipos se apresenta de forma assintomática, como por exemplo, em mulheres pós-menopausa: cerca de 75% dos casos não geram sintoma algum na paciente.
- article3 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMO uso da pílula do dia seguinte é um método eficaz para evitar a gravidez indesejada. Este método é também conhecido como contracepção de emergência, uma vez que ele é utilizado após a relação sexual, ao contrário dos diversos outros métodos contraceptivos usuais.
- article3 Min ReadJune 30, 2016 04:40 PMUma pesquisa realizada pela Universidade de Campinas revelou que a utilização de ácido fólico diminui o risco de bebês com aberrações cromossômicas, como a Síndrome de Down. De acordo com a professora do departamento de Genética Médica Carmem Bertuzzo, idealizadora e uma das responsáveis pelo estudo, houve a comprovação de que pessoas com deficiência genética em enzimas do ciclo do ácido fólico têm um risco maior de ter filhos com problemas.