Comportamento
Comportamento
- article3 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMBarbara Reine é uma pessoa comum. É mãe, casada, tem duas filhas, trabalha, comemora o Natal. Tem uma vida normal. Mas um dia ela descobriu que gostava de algo a mais na cama. Em vez de ficar se culpando por gostar de fantasias mais extravagantes, foi estudar o assunto, procurar pessoas para conversar que tivessem o mesmo gosto que ela. Bárbara é co-fundadora do SoMos, um grupo de pessoas corajosas, que derrubaram tabus para realizar suas fantasias sadomasoquistas com bom senso, responsabilidade, segurança, discrição e consenso. Para ela, essas fantasias são mais comuns do que se possa imaginar e, aqui, ela quebra o preconceito e esclarece algumas dúvidas.
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMNão precisou o funk lançar moda ou a Tiazinha invadir as casas com o chicotinho na mão, para a febre do "tapinha" aflorar a imaginação das pessoas e cair na boca do povo. Entre quatro paredes, o melhor a fazer é se despir, das roupas e dos preconceitos. Ali vale tudo. O limite entre um tapinha e uma boa palmada está no prazer que eles proporcionam. Antes que a discussão caia no que é ou não normal, saiba que, independente de preferências, você não está sozinha no mundo. Há quem sinta prazer com a dor e quem prefira apenas carinho. Entre tapas e beijos, o que não pode faltar é, além de segurança e consenso, cumplicidade e respeito acima de tudo.
- article6 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMQuando se fala em amor, todo mundo pensa logo em momentos mágicos, repletos de romantismo e paixão. Mas, na prática, não é bem assim que as coisas acontecem. Por melhor que seja o relacionamento de um casal, pequenas brigas sempre vão aparecer. E até mesmo eventuais separações. Mas há quem passe por cima dos desaforos e acredite numa segunda chance. Aí, são só beijinhos, abraços e carinhos. Até a próxima briga, é claro. Relacionamentos esquizofrênicos não são lá muito bem compreendidos, mas, na prática, não é que eles podem dar certo?
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMSentir ciúmes de alguém é absolutamente normal. Mas, você já se pegou com raiva de uma bola de futebol? E das horas que seu namorado passa no computador? Costuma ser vítima da ira dele quando chega tarde demais do trabalho? Quando o ciúme, na verdade, não é da outra pessoa e sim do tempo que ela dedica ao que, a princípio, parece não fazer parte do relacionamento, a situação é ainda mais angustiante. Afinal, não é fácil colocar a relação na balança e abrir mão de trabalho, hábitos, gostos e individualidades e, com isso, comprometer o crescimento pessoal.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMMinha amiga quer um amor urgente. Um amor não, muitos amores. Todos os que não viveu ou não soube viver. Ela tem pressa, muita pressa. E não está no mundo de Alice. Tem pressa de viver o amanhã na manhã de ontem. E o depois de amanhã, anteontem.
- article2 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMQuando eu tinha 19 anos, e isso já faz algum tempo, namorei uma menina um ano mais velha. Foi a única mulher que senti que amei. Do primeiro ao último beijo foram seis anos. De namoro mesmo, um ano e meio. Começamos com um caso, separamos, voltamos, eu apaixonado e ela nada. Depois namoramos, separamos novamente, voltamos a namorar e, depois, começamos a ficar de quando em vez. Bem, e o que aconteceu? Ela tinha ciúmes de tudo. Dos meus amigos, do meu carro, do meu trabalho, da minha casa. Chegou certa vez a dizer que, se eu saísse para trabalhar naquele momento em que estava com ela, poderia esquecê-la. Saí e voltei. Acho que ela percebeu a bobagem e continuamos a namorar.
- article1 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PM
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMMuda a posição, a companhia, a faixa etária e o problema é sempre o mesmo. Alguns têm pressa, não têm jeito ou simplesmente não gostam. Há também os que se empolgam demais e permanecem ali, concentrados no pequeno detalhe do clitóris, esquecendo tudo o que ainda poderia ser explorado. O pior é que eles juram que estão arrasando, proporcionando múltiplos orgasmos clitorianos, enquanto a sensação de dormência do pobre coitado vai rapidamente se espalhando pelo resto do nosso corpo. O tesão vai embora, a angústia aumenta e a pergunta ecoa na nossa já dolorida cabeça: "Afinal qual é o grande mistério do sexo oral feminino?".
- article5 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMAo contrário das décadas de 60 e 70, quando a mocidade idealista saía em busca de autonomia para morar em qualquer 'cafofo', hoje encontramos jovens adultos, sem pressa de sair de casa. Os filhos dessa geração libertária encontram a liberdade dentro do quarto. Com casa, comida, roupa lavada, a "geração canguru" aproveita a comodidade da bolsa marsupial da mãe, para juntar uma grana, ter uma qualidade de vida melhor ou apenas resistir em assumir as responsabilidades da vida adulta independente. Sem o conflito de gerações e empenhados em dar às crias a liberdade que não tiveram no seu tempo, os pais nada cobram em troca da boa companhia. Então, por que largar tudo isso?
- article3 Min ReadJune 30, 2016 07:10 PMBolsa de Mulher – Você se sente uma pessoa sozinha?